No momento em que escrevo isso, faz apenas 2 minutos que terminei de ler A menina que roubava livros. E vou admitir pra vocês. Há muito que uma história não me arrepiava tanto.
Também acabo de perceber que, se algum dia tive pretensões como crítico literário, foram grandes ilusões. Um crítico precisa ser mais racional e analítico, já eu, sou facilmente conquistado por uma simples história diferente, porém profunda.
Sou um bom leitor.
Ou um bom apreciador da arte, talvez.
Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler.
Liesel Meminger é a menina que nossa narradora — a morte — encontrou três vezes. A garotinha conseguiu tapeá-la nas três.
Impressionada, a ceifadora de almas decide nos contar sua trajetória, pois, como ela mesma diz, em seu ramo de trabalho, o único dom que lhe salva é a distração. Ela mantém sua sanidade.